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Com a volta dos consumidores às ruas, o que podem esperar os empresários paulistas que atuam no principal setor da economia brasileira, o de serviços?

Levantamento do IBGE mostra que, de janeiro a julho, o faturamento das empresas paulistas de serviços subiu 11% sobre 2020 e 1,9% sobre 2019.

Esses números revelam que, pelo menos no Estado São Paulo, algumas empresas já trabalham em ritmo até melhor do que o de antes da pandemia.

Isso é fato, porém, para as empresas de serviços de comunicação e informação e para as que atuam em transporte e correios.

De janeiro a julho deste ano, o faturamento dessas companhias subiu 16,6% e 1,2%, respectivamente, na comparação com igual período de 2019.

No grupo de serviços prestados às famílias, no qual estão lavanderias, sapateiros, cabeleireiros, restaurantes e hotéis, a situação ainda é diferente.

Neste grupo, a receita das empresas paulistas caiu 37% no período, de acordo com levantamento da CNC, com base na Pesquisa Mensal de Serviço (PMS), do IBGE.

Um dos mais tradicionais sapateiros do bairro de Perdizes, em São Paulo, Marcos Badillo, informa que a demanda por serviços caiu 40% em relação a igual período de 2019.

“As pessoas estão em casa ou viajando, não estão mais trazendo, como antes, sapatos e bolsas para conserto”, afirma ele, que chegou a ter quatro lojas e hoje possui duas.

Na comparação com o ano passado, todos os subgrupos dos serviços registram crescimento, até mesmo os prestados às famílias, com alta de 5,9% no período de janeiro a julho.

As atividades nos setores de informação e comunicação aumentaram 15,8% e de transportes e correios, 12,7%, no período.

Isso porque, no ano passado, lojas ficaram fechadas por alguns meses. É natural, portanto, que, neste ano, os negócios estejam melhores do em 2020.

Para Fábio Bentes, economista da CNC, o setor de serviços está em recuperação e tende a voltar à normalidade na medida em que aumenta a vacinação e a circulação de pessoas.

“Existe uma força por traz do movimento dos serviços capaz de compensar a alta da inflação e dos juros”, afirma Bentes.

O sapateiro Badillo não tem esta certeza. “Ainda é uma incógnita qual será a reação dos consumidores neste final de ano. Os preços dos materiais que usamos subiram 50% até agora”, diz ele.

Ainda assim, ele não mexeu nos preços com medo de afugentar ainda mais a clientela. A troca de saltinho de um par de sapato feminino sai por R$ 30, colagem, R$ 20 e, pintura, R$ 60.

Ao contrário de outros setores do varejo, o final de ano não costuma ser bom para os sapateiros e para consertos em geral, de acordo com Badillo.

“Costuma ser uma época em que o consumidor prefere comprar produtos novos. Vamos ver se neste ano de pandemia vai ser diferente”, afirma.

Para Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), gradativamente, os números do setor devem ficar mais parecidos com os de 2019.

“Alguns serviços podem sofrer algumas mudanças, como o de eventos, mas a tendência é que todos comecem a reduzir as perdas, voltando para patamares de antes da pandemia.”

Sem o comércio, as atividades financeiras, os serviços de saúde e educação, o setor de serviços representa cerca de 35% do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

O volume de receita do setor é de cerca de R$ 850 bilhões em 12 meses, com base na PMS do IBGE.

INFLAÇÃO

Desde junho, de acordo com Bentes, o setor já vem registrando aumento de preços. Em junho, no acumulado de 12 meses, a alta foi de 2,2%. Em julho, de 3% e, em agosto, de 3,9%.

“Esses dados indicam que a retomada da atividade deve vir acompanhada de tentativas de reajustes, não só porque as margens ficaram mais apertadas, mas porque os custos subiram”, afirma Bentes.

Alguns serviços, como o de transportes, de acordo com Solimeo, devem repassar os aumentos dos combustíveis, até porque nem todas as empresas têm margens para cortar.

“Na medida em que outros preços sobem, impactando a inflação, todos os setores da economia são afetados, como o de serviços. Não tem jeito, infelizmente”, diz Solimeo.

Fonte: Diário do Comércio


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